Hamas divulga vídeos com reféns e afirma que dois deles morreram

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São João da Boa Vista,01/03/2024

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Hamas divulga vídeos com reféns e afirma que dois deles morreram

g1.globo.com
Hamas divulga vídeos com reféns e afirma que dois deles morreram


Das cerca de 240 pessoas capturadas pelo Hamas, cerca de metade foram libertas numa trégua de novembro. Israel diz que 132 permanecem em Gaza e que 25 deles morreram no cativeiro. Hamas divulga vídeo de três reféns
O Hamas divulgou uma série de vídeos entre a noite de domingo (14) e esta segunda-feira (15) com três reféns que o grupo diz manter na Faixa de Gaza.
No primeiro deles, os três reféns pedem para que o governo de Israel pare com os ataques contra o grupo terrorista para garantir sua libertação . O vídeo, sem data, mostram os reféns Noa Argamani, de 26 anos, Yossi Sharabi, de 53 anos, e Itai Svirsky, de 38 anos.
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Já na manhã desta segunda-feira (15), o Hamas divulgou um segundo vídeo afirmando que anunciaria o destino dos três reféns pela noite.
Nesta segunda gravação, o grupo terrorista diz haver três possibilidades do que pode ter acontecido com eles. "Todos os três estão mortos; alguns estão mortos, alguns estão feridos; ou todos os três serão poupados", diz um membro do Hamas.
Em um terceiro vídeo divulgado no início da noite no horário local, os terroristas exibiram uma gravação de uma das reféns, a israelense Noa Argamani, dizendo que os outros dois reféns haviam sido mortos por ataques israelenses em Gaza.
O governo de Israel ainda não havia se manifestado sobre a autenticidade das informações até a última atualização desta notícia. As autoridades israelenses se recusaram a responder aos vídeos, classificando as imagens como uma guerra psicológica.
Mas Israel também deixou claro que está ciente dos riscos da sua ofensiva para os reféns e está tomando os devidos cuidados. No início da guerra, o Hamas ameaçou executar reféns em retaliação aos ataques de Israel.
"A operação militar leva tempo. Ela nos obriga a ser precisos, e estamos adaptando-a de acordo com as ameaças e os reféns que estão no campo", disse o porta-voz chefe das Forças Armadas de Israel, o contra-almirante Daniel Hagari, no domingo (14).
Das cerca de 240 pessoas capturadas pelo Hamas, quase metade foi libertada durante a trégua entre as duas partes em novembro. Israel diz que 132 permanecem em Gaza e que 25 deles morreram em cativeiro.
Pedido a Netanyahu
Conflito entre Israel e Hamas completa 100 dias
Alguns familiares dos reféns ainda em poder do Hamas já apelaram ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para que estabelecesse outra trégua ou mesmo cancelasse a guerra.
Netanyahu prometeu continuar lutando até que o Hamas seja destruído, o que, segundo ele, permitiria a libertação dos reféns.
No mês passado, Netanyahu disse no Parlamento que pediu ao governo da China que ajudasse a libertar Noa Argamani, cuja mãe, Liora Argamani, é chinesa. Sofrendo de uma doença terminal, Liora fez um pedido público ao Hamas para que sua filha seja libertada antes que ela morra.
Ataques em Gaza e Tel Aviv
Policiais israelenses vigiam área Raanana, no norte de Tel Aviv, após ataque com faca que deixou dois mortos em 15 de janeiro de 2024.
Oded Balilty/ AP
Enquanto, isso, nesta segunda-feira (15) forças israelenses bombardearam alvos no sul, no norte e no centro da Faixa de Gaza.
Outro ataque também ocorreu na noite de domingo (14), segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. De acordo com a pasta, 12 palestinos morreram no bombardeio, que atingiu uma casa na Cidade de Gaza.
Do outro lado, dois palestinos realizaram ataques coordenados com carros em Raanana, no norte de Tel Aviv, matando uma mulher e ferindo outras 12 pessoas, disseram autoridades policiais e médicas.
A polícia descreveu o incidente como um ataque terrorista e disse que dois suspeitos foram presos.
Os dois são da mesma família de Hebron, uma cidade na Cisjordânia ocupada, e entraram ilegalmente em Israel, disse a polícia. "Eles saíram juntos e em paralelo, para dois locais diferentes, pegaram dois carros e lançaram uma série de ataques".




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